De todas as dores que senti, de todos os males que sofri, foi desta vez que cai. Não há como explicar tamanha dor, ela escreve mais fundo, penetra na alma e a dilacera, a corta, a faz querer dormir e não acordar mais.
É uma dor que escreve fundo com a pena da realidade, do impreciso, do inconstante e esse autor tolo que esconde sua face nos revela apenas o sorriso de sua dor. Eu o calo. Eu o calo com minhas lagrimas, com os meus soluços com o meu pranto desmedido.
Sem chão.
O que tenho que sofrer, do ultimo sorriso ao amanhecer é visto o meu medo, a incerteza do dia cinza que não vai mais clarear.
Sentiremos saudades meu avô, a pessoa mais integra, o homem mais maravilhoso que existiu. Não serei nem metade do que és, mas farei o possível para que tudo que aprendi, seja levado pra sempre.
Essa dor que escreve, marcou seu nome em minha alma, não ha como esquecer.
É uma dor que escreve fundo com a pena da realidade, do impreciso, do inconstante e esse autor tolo que esconde sua face nos revela apenas o sorriso de sua dor. Eu o calo. Eu o calo com minhas lagrimas, com os meus soluços com o meu pranto desmedido.
Sem chão.
O que tenho que sofrer, do ultimo sorriso ao amanhecer é visto o meu medo, a incerteza do dia cinza que não vai mais clarear.
Sentiremos saudades meu avô, a pessoa mais integra, o homem mais maravilhoso que existiu. Não serei nem metade do que és, mas farei o possível para que tudo que aprendi, seja levado pra sempre.
Essa dor que escreve, marcou seu nome em minha alma, não ha como esquecer.
1 comentários:
lindo ...
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