Em certos momentos, eu confesso que tenho agido através dos meus instintos. Tenho me esforçado pra não querer, mas eu quero, tenho me esforçado pra não tentar mas eu faço.
A paixão, o ato de estar apaixonado excluindo a cegueira é uma das poucas maneiras de estar cego temporariamente, podendo durar anos em alguns casos mas com um fim certo. Certo também é que quanto mais tempo cego, mais tempo se demora pra tornar a entender depois que se volta a ver. Todos que sofrem desse mal não conseguem distinguir vontades de manias, mentiras de verdades irrefutáveis, não conseguem medir, pensam apenas em tocar, não somente com as mãos. Deixam de tentar entender e passam a aceitar, desistem de se alegrar e por muitas viram palhaços em circos tortos a bel prazer de seus companheiros. A paixão é como uma erva daninha que esconde a grama e a mata, ela mostra apenas as faces belas, as curvas lisas, as mãos macias e os beijos doces. Essa cólera altera nosso sistema visual escondendo os defeitos, mais visíveis e os mais obscuros, faz com que deixemos de nos entender e passemos a ser mestres em entender o outro, como se nos fundíssemos e deixássemos de sermos o que somos. A paixão é um parasita que tenta te sugar, sugar sua vontade de viver pra si, sua vontade de ser pra si, sua vontade de desejar.
Mas por fim a paixão tem cura, e se chama amor. Quando estamos vendo todos os defeitos de nosso companheiro, quando percebemos que talvez o ser perfeito não exista, quanto conseguimos entender que todos tem suas virtudes e que todos de alguma maneira são incompatíveis, quando você consegue pensar em si mesmo, quando ainda há tempo de perceber que você pode tomar o caminho que quiser ai sim você esta amando. Quando percebemos que não precisamos estar com ninguém, que não somos dependentes de ninguém ai sim estamos prontos para amar. A necessidade como virtude é uma doença, todo cuidado é pouco para não sermos escravos das vontades alheias. Amar é sim ver os defeitos como são, não tentar escondê-los nem muda-los mas sim aprender a viver e a conviver com eles, amar é deixar de sonhar junto e começar a caminhar junto.
A paixão é que destrói.
A paixão, o ato de estar apaixonado excluindo a cegueira é uma das poucas maneiras de estar cego temporariamente, podendo durar anos em alguns casos mas com um fim certo. Certo também é que quanto mais tempo cego, mais tempo se demora pra tornar a entender depois que se volta a ver. Todos que sofrem desse mal não conseguem distinguir vontades de manias, mentiras de verdades irrefutáveis, não conseguem medir, pensam apenas em tocar, não somente com as mãos. Deixam de tentar entender e passam a aceitar, desistem de se alegrar e por muitas viram palhaços em circos tortos a bel prazer de seus companheiros. A paixão é como uma erva daninha que esconde a grama e a mata, ela mostra apenas as faces belas, as curvas lisas, as mãos macias e os beijos doces. Essa cólera altera nosso sistema visual escondendo os defeitos, mais visíveis e os mais obscuros, faz com que deixemos de nos entender e passemos a ser mestres em entender o outro, como se nos fundíssemos e deixássemos de sermos o que somos. A paixão é um parasita que tenta te sugar, sugar sua vontade de viver pra si, sua vontade de ser pra si, sua vontade de desejar.
Mas por fim a paixão tem cura, e se chama amor. Quando estamos vendo todos os defeitos de nosso companheiro, quando percebemos que talvez o ser perfeito não exista, quanto conseguimos entender que todos tem suas virtudes e que todos de alguma maneira são incompatíveis, quando você consegue pensar em si mesmo, quando ainda há tempo de perceber que você pode tomar o caminho que quiser ai sim você esta amando. Quando percebemos que não precisamos estar com ninguém, que não somos dependentes de ninguém ai sim estamos prontos para amar. A necessidade como virtude é uma doença, todo cuidado é pouco para não sermos escravos das vontades alheias. Amar é sim ver os defeitos como são, não tentar escondê-los nem muda-los mas sim aprender a viver e a conviver com eles, amar é deixar de sonhar junto e começar a caminhar junto.
A paixão é que destrói.
2 comentários:
como costumo dizer, paixão é desequilíbrio.
então... é isso mesmo, meu caro amigo se você conseguiu ver então entendeu, me entendeu...todas as loucuras que parecem irracionais e quando não é por paixão desvairada..., são para se tentar viver um grande amor e mesno que você conheça o outro como a palma da sua mão e saiba cada defeito que se esconde atráz da lapidação fajuta feita pela sociedade, mesmo que você conheça seu lado lobo você vai insistir em querer viver esse grande amor e então você amadurece e entende o que é viver...
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